A sustentabilidade não é apenas uma tendência, é uma necessidade urgente que veio para ficar. O público exige cada vez mais a transparência das marcas e, claramente, prefere aquelas que demonstram um compromisso claro e objetivo com as boas práticas ambientais, sociais e económicas.
Estaremos no campo da responsabilidade ambiental rumo a uma consciência ecológica das marcas? A resposta é um enorme sim! Esta revolução verde é urgente e abrange qualquer projeto de exposição e representação de marca, independentemente do tipo de evento. Além disso, esta é também uma preocupação dos espaços que acolhem os eventos corporativos, sejam feiras ou até mesmo festivais que incorporam cada vez mais zonas de experiência com marcas.
Da teoria à prática: dados reais
Conheça quatro exemplos que demonstram a evolução em direção a eventos mais sustentáveis: a Easyfairs publicou em 2024 o seu primeiro relatório de sustentabilidade onde destacou uma redução de 33% na sua pegada de carbono desde 2019. Em Portugal, a Exponor que já em 2022 implementou ações que resultaram numa redução de 72% nos gastos de eletricidade e 36% no consumo de água em comparação com 2017, continua a integrar medidas que reduzem o impacto ambiental e a pegada ecológica. Também a Feira de S. Mateus, em Viseu, no ano de 2023 tornou-se na primeira feira em Portugal a obter a certificação de evento sustentável pela Biosphere Responsible Tourism. Temos ainda outro exemplo, bem mais próximo de nós, o AgitÁgueda Art Festival que implementa várias medidas ecológicas e aposta na reutilização de materiais nas suas instalações artísticas. A adoção de práticas sustentáveis tem sido uma prioridade crescente em todo o tipo de eventos. Este é sem dúvida o caminho rumo a uma pegada carbónica reduzida com uma melhor gestão de recursos materiais e resíduos. Um estudo da ACEPI - Associação Economia Digital revelou que 92% dos consumidores portugueses estão dispostos a mudar para marcas mais sustentáveis, indicador de uma forte tendência do mercado em valorizar práticas ecológicas.
Se ainda não pensou numa abordagem deste tipo para o seu próximo projeto de stand, evento corporativo, showroom ou ativação de marca, saiba que está a perder uma excelente oportunidade de inovar: quer pelo sucesso da sua marca quer pela saúde do planeta e das gerações futuras.

Greenwashing ou sustentabilidade aplicada?
Estas soluções são pensadas e concebidas, na sua génese, para reduzir o impacto ambiental: é por isso que nestes projetos são utilizados materiais recicláveis ou de fonte renovável e assentam numa construção sustentável. Estes são stands mais responsáveis e alinhados com o compromisso de entregar uma experiência incrível, com máximo potencial criativo, mas de uma forma mais consciente, ecológica e eficaz.
Pensar de forma global implica integrar a sustentabilidade como um princípio orientador em todas as fases do desenvolvimento de um stand, desde a conceção inicial até à sua utilização prática. Com a sustentabilidade como pano de fundo, cada decisão (do planeamento ao conceito e design do projeto) é orientada por critérios que privilegiam a eficiência de recursos, a redução de impacto ambiental e a criação de valor duradouro.
Ao longo da fase de montagem e até à sua (re)utilização em diferentes contextos, estes stands mantêm elevados padrões de conforto, inovação e qualidade estética, proporcionando uma experiência envolvente e memorável para o público. Este compromisso é reforçado pela adoção de práticas que podem estar alinhadas com a certificação ISO 20121, que orienta a gestão sustentável de eventos e assegura uma abordagem responsável e estruturada.
Paralelamente, a aposta na reutilização de materiais assume um papel central, promovendo um forte alinhamento com os princípios da economia circular. Desta forma, não só se prolonga o ciclo de vida dos recursos utilizados, como também se reduz o desperdício, contribuindo para soluções mais eficientes, conscientes e alinhadas com as exigências atuais do mercado e da sociedade.
Benefícios
Os benefícios são diversos e vão além dos já mencionados, enraizados na ética e nos valores de uma marca ambientalmente consciente. Destacam-se ainda:

Muito mais do que um stand, sustentabilidade como pilar da representação
Criar com propósito, inovar com consciência e contar histórias que ficam na memória é aquilo que nos move. E quando uma marca partilha essa visão connosco, o resultado só pode ser benéfico. Não se trata apenas de construir stands, trata-se de criar experiências que inspiram e deixam marca no futuro. Um stand sustentável é uma escolha e uma aposta consciente. Não só pela questão ética e ambiental, como pela responsabilidade social inerente. É uma escolha que tem um impacto enorme e mensurável, como os estudos ambientais o comprovam. Quando o cenário é a emergência climática, tomar decisões sustentáveis é mais do que uma escolha, é um verdadeiro compromisso com o futuro.
Gostava de apostar numa solução desta natureza para o seu próximo projeto de presença em feira? Fale connosco para o desenvolvimento de uma solução desta tipologia. Conheça o exemplo do projeto de stand da Universidade de Aveiro aqui .
A Critec é entidade acreditada no âmbito do Coaching 4.0, no contexto do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), mais concretamente na Componente 16 – Empresas 4.0, que visa acelerar a transição digital das PME portuguesas.
Muitos clientes que procuram uma identidade própria acreditam que o logo deve representar o que a sua empresa faz. É fácil entender esse pensamento, se o logo possuir pistas visuais será mais fácil interpretar o que a marca vende.
No passado, os primeiros logos surgiram com o simples objetivo de identificar quem fez os produtos.
Mas as empresas cresceram e são hoje muito mais complexas do que apenas os produtos que vendem.